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Sábado, Julho 16, 2005 Agentes da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e da Receita Federal realizaram uma busca nesta manhã na sede da Daslu, considerada a maior loja de artigos de luxo do Brasil. A empresária Eliana Tranchesi, uma das donas da Daslu, foi detida em sua casa e levada para a sede da PF. As acusações vão de formação de quadrilha, sonegação fiscal até falsificação de documentos e contrabando. O procurador da República, Matheus Baraudi Magnani, que participava da ação na sede da loja na manhã desta quarta-feira, a fraude acontecia há pelo menos dez meses e a empresa teria deixado de recolher aos cofres da Receita pelo menos 10 milhões de dólares. A busca, da qual participam 250 agentes federais, faz parte da "Operação Narciso", que está acontecendo ao mesmo tempo em São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo, informou a PF em comunicado. O objetivo da operação é apurar subfaturamento de mercadorias importadas e a consequente sonegação de tributos de importação e de IPI, imposto sobre produtos industrializados. Alguns exemplos de manifestações contra a Daslu O fã-clube de Angelina Jolie apoiou um protesto contra a venda de roupas feitas com pele de animais, em frente à Daslu. Fazendo piada com o preço pago pelas clientes da Daslu, o apresentador Ratinho distribuiu à platéia cópias piratas de bolsas de marcas como Dior e Gucci O músico Marcelo Yuka, ex-integrante da banda O Rappa, afirmou que a Daslu é um "ato de violência" e um "totem" da "má distribuição de renda". A elite econômica do país, disse ele, seria um novo alvo de suas canções engajadas Inaugurada em 8 de junho, a loja reúne as principais marcas de luxo do mundo, como Chanel, Prada e Armani, além de comercializar outros artigos de alto padrão, como helicópteros, lanchas e carros importados. "Não tenho culpa nenhuma pela desigualdade social", diz a empresária Eliana Tranchesi, dona da Daslu. "Já faço muito pelo país investindo e gerando empregos.Ela poderia ter completado que os trouxas(0,1% dos brasileiros)" Vão lá e compra uma simples camiseta por 70.00 dólares e na hora de pagar seus empregados domésticos ficam reclamando do salário mínimo que esta muito alto..Já tá começando é tarde a hora de desmascarar essa elite esnobe e opulenta que saqueia o país e humilha a pobreza!!!! postado por: <>Comments: 3:14 AM Sábado, Julho 02, 2005 Por Laura Diniz - São Paulo, 30 (AE) - "Estou revoltado e
indignado com a decisão", reagiu hoje (30) o tio de Suzane von Richthofen,
Miguel Abdalla, por meio de seu advogado, Alberto Toron, numa referência ao
habeas-corpus que ontem (29) deu liberdade a sobrinha, após dois anos e sete
meses de prisão. O paradeiro de Suzane, acusada de participar do assassinato dos
pais Marísia e Manfred von Richthofen, é desconhecido desde ontem (29), quando
ela saiu do Centro de Ressocialização Feminino de Rio Claro (SP), onde estava
havia 10 meses.
O advogado de Suzane, Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, afirmou que não sabia
onde ela estava e que "a família apenas vai cuidar disso daqui para frente". Na
casa da avó materna, Lourdes Abdalla, onde moram também o tio e o irmão Andreas,
ninguém atendeu o interfone hoje. Toron foi contratado para ajudar o promotor
Roberto Tardelli na acusação dos irmãos Daniel e Christian Cravinhos, que
planejaram e executaram, com Suzane, a morte dos pais dela, em outubro de 2002.
Os três são acusados de duplo homicídio triplamente qualificado e foram presos
com base no mesmo decreto de prisão preventiva, em novembro de 2002.
Como o Superior Tribunal de Justiça libertou Suzane por entender que o decreto
não estava devidamente fundamentado, a advogada dos irmãos Cravinhos, Gislaine
Jabur, pedirá aos ministros que estendam o benefício a seus clientes. "Devo
peticionar no habeas-corpus até segunda-feira", disse a advogada. Segundo ela,
os irmãos "estão bem e seguem trabalhando na prisão", em Iperó, no interior do
Estado.
Reação - Ontem, cerca de 100 pessoas esperavam a saída de Suzane, em Rio Claro,
e muitos gritaram "assassina" quando o carro que a levava ganhou as ruas. Hoje,
a empresária Neusa Aparecida da Silva confundiu a repórter do Grupo Estado com
Suzane e quase a agrediu. "Vi só o cabelo (loiro) e pensei que era ela. Deus
ainda vai me permitir encontrar com ela para dar dois puxões naquele cabelo
loirinho, lisinho", disse Neusa. "Quero pegar bem forte e ficar com um pouco de
cabelo na mão. E depois vou lavar a mão com cândida."
A empresária mora perto da casa onde Suzane vivia com seus pais, no Brooklin,
zona sul da capital, e deixa a sobrinha diariamente numa escola próxima à casa
de Lourdes Abdalla. Indignada com o crime, a empresária recortou os títulos de
várias notícias de jornais e revistas sobre o caso e fez um quadro, para dar a
Suzane. "Até plastifiquei, para ela não rasgar", disse. Ele levou o quadro ao
89.º Distrito Policial (Morumbi), mas a jovem não estava mais lá. "Agora, penso
em ir a uma gráfica, fazer várias cópias e colar nos postes dessa rua, para ela
ver todo dia", afirmou. Neusa acredita que a jovem vai passar uns dias fora da
capital, mas deve vir morar na casa da avó. CLIQUE AQUI E VEJA A SUZANE FALANDO QUE VAI SAIR NA PLAYBOY
postado por: <>Comments: 7:26 AM
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