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Segunda-feira, Janeiro 30, 2006 Depoimentos de garotas de programaGarota de programa um escambau são putas mesmo Conheça as histórias de seis meninas que escolheram a prostituição como profissão Clique aqui para ler os depoimentos das putas postado por: <>Comments: 4:18 AM A minissérie está boa. Caprichada, bem-acabada, ótimos atores. Luís Mello é um show. Poucas vezes se viu tão fiel e absoluta encarnação da maldade. Diante do coronel Licurgo, o coronel Pedro Barros, arquivilão de Irmãos coragem (só para os velhos), é uma dama. A mistura de catolicismo doentio com tara sexual e todo tipo de perversão em nome da virtude fazem de Licurgo um legítimo monstro social. Tão impressionante que atropelou as brumas douradas dos anos JK. Clique aqui e leiam tudo A minissérie está boa. Caprichada, bem-acabada, ótimos atores postado por: <>Comments: 3:58 AM Domingo, Janeiro 29, 2006 Pago um real por um comentáriofelicidade.JPG postado por: <>Comments: 9:51 PM Terça-feira, Janeiro 24, 2006 Brasília - Brigas,furtos, tráfico, gangues. A realidade da maioria das grandes cidades entrou nas escolas. O que antes era um local seguro agora não é muito diferente do que se encontra nas ruas. A mais recente pesquisa coordenada pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) sobre a realidade escolar, obtida com exclusividade pelo Estado, mostra que estudantes e professores hoje já vêem a escola pública como um local para se tomar cuidado. ¿Essa percepção de insegurança é uma coisa recente, de dez anos para cá. Antes disso, sair de casa para a escola era completamente seguro, como deveria ser¿, explica a coordenadora da pesquisa, Miriam Abramovay. ¿Hoje eles sentem que não estão seguros. Têm medo do entorno, da violência macro que entra na escola e da micro que existe dentro dela.¿ Assustado com as brigas recorrentes, o professor Luiz, por exemplo, desistiu de dar aulas numa escola pública em Guaianases, na zona leste de São Paulo. Constantemente as aulas eram interrompidas por grupos de ¿traficantes-mirins¿, que não estudavam na escola, mas se consideravam donos dela. Os alunos, muitas vezes envolvidos com a criminalidade, não aceitavam repreensão, seja pelas notas ou pelo comportamento. Um grupo de alunos incendiou os diários escolares. Outro jogou as mesas e cadeiras das classes pelas janelas. Luiz chega à beira da falta de esperança quando se lembra dos jovens alunos se espelhando em traficantes e assaltantes. Um aluno me disse que herói, para ele, era um tio assaltante, que andava de Golf, enquanto eu ando a pé. Segundo a pesquisa, a percepção da violência começa nas pequenas coisas. Quase 70% dos estudantes afirmam que há furtos nas suas escolas e já vêem a situação como natural. Pessoa que pega é porque não tem, é só comprar outro, normal, diz um aluno do Rio, na parte qualitativa da pesquisa, que teve entrevistas com estudantes e professores. Além de entenderem que os furtos são normais, professores e alunos demonstram dificuldade para lidar com isso. Não sabem o que fazer se há reclamações de furtos e, na maior parte dos casos, não há conseqüências. A violência, no entanto, vai além dos prejuízos materiais. A pesquisa aponta que quase 20% dos jovens dizem já ter batido em alguém dentro da escola - 5% admitiram já ter apanhado. Meninas violentas - O número de meninas que afirma ter partido para a agressão surpreendeu os pesquisadores. Quase 10% delas dizem ter agredido alguém. Apenas 3% admitem ter apanhado. Em alguns casos, elas andam em grupos e agridem colegas que estão usando uma roupa diferente ou material escolar mais caro. Minha filha foi espancada por cinco meninas da escola porque estava com um tênis da moda. Quase todo dia tinha confusão porque ela é tímida e não entra nas conversas delas, diz a secretária C.S., mãe de V.S., de 11 anos, estudante de uma escola estadual em Embu, na Grande São Paulo. A diretora nunca tomou providência e tive de mudá-la de escola. A pesquisadora chama a atenção para o fato de que as meninas estão tendo reações típicas de meninos: brigar por xingamentos ou porque estavam olhando feio uma para outra. Miriam afirma que o ambiente de violência das escolas pode estar fazendo com que elas assumam esse tipo de comportamento. Tiveram de aprender a se defender, diz. Um dos aspectos mais claros dessa situação é a vulnerabilidade dos prédios escolares. Invasões por pessoas de fora da escola acontecem na maior parte dos prédios. A pesquisa mostra que em 55,8% das instituições pesquisadas houve invasões. Em muitos casos, o objetivo era bater em estudantes. O ambiente no entorno colabora. Há relatos de roubos, tiroteios e brigas perto das escolas. Resultado: problemas de convivência entre alunos e professores e dificuldade para a aprendizagem e até mesmo para a permanência na escola. Já está comprovado que o bom ambiente escolar é um dos principais fatores de uma escola de qualidade¿, diz Miriam. A pesquisadora chegou a uma conclusão assustadora.Vejo a escola profundamente infeliz, que não consegue pensar, se relacionar com a juventude que tem de ensinar. Sobra uma enorme frustração, afirma. .Lisandra Paraguassú e Bárbara Souza "FONTE O ESTADÃO postado por: <>Comments: 4:15 AM Segunda-feira, Janeiro 23, 2006 30 dicas para você nunca mais ter que se preocupar com as multas.clique aqui postado por: <>Comments: 3:01 AM Quinta-feira, Janeiro 19, 2006 PARA TE ALEGRAR UM POUCO CLIQUE AQUI E VEJA postado por: <>Comments: 9:01 AM Cavalheiro estava armado com um revólver, mas não disparou contra o "casal" porque os funcionários do motel chamaram a polícia. Os três foram detidos e levados para a delegacia de polícia. O padre e a mulher foram dispensados e Hernandez detido por porte ilegal de arma. De acordo com a polícia, o caso entre o padre a mulher era antigo, pois muitos freqüentadores da igreja comentavam. Segundo uma nota divulgada pela Arquidiocese de Campo Grande, os fiéis não esperavam "que um sacerdote tão estimado pudesse provocar escândalo de tal gravidade". Para a igreja, a atitude do padre Joselito "ofende a Deus, a comunidade cristã, a sociedade, a família". A nota diz que o padre mancha a imagem da Igreja e em particular o clero. postado por: <>Comments: 8:48 AM Quarta-feira, Janeiro 18, 2006 Cachorro suicida e tumultua trânsito no Rio e morre ao se jogar de viaduto RIO DE JANEIRO (Reuters) - Depois de provocar tumulto no trânsito do Rio de Janeiro na manhã desta terça-feira, um cachorro vira-lata se jogou de um viaduto de aproximadamente 10 metros de altura e morreu, disseram testemunhas. O animal foi visto inicialmente esta manhã no túnel Rebouças, causando surpresa entre os motoristas que passavam pelo local. O mesmo cachorro também já havia estado no túnel na segunda-feira. "Já vi de tudo no túnel, tiroteio, apagão, engarrafamento, mas cachorro foi a primeira vez", disse o motorista Édson Filho. O cachorro atravessou o Rebouças e foi parar no elevado Paulo de Frontin, na zona norte da cidade. Equipes do departamento de trânsito da Sociedade Protetora dos Animais tentaram capturar o animal. Alguns motoristas tiveram que reduzir a velocidade enquanto o animal estava no viaduto, e um motociclista chegou a parar para tentar auxiliar na captura, o que gerou engarrafamentos na região. Assustado, o cão se jogou do elevado e caiu na calçada muito machucado. Minutos após a queda, o animal morreu na presença de vários curioso que tentaram entender o que havia acontecido. "Estava passando indo para o trabalho e não entendi nada. O cão voou e quase acertou um motoqueiro que passava por aqui", disse o faxineiro Hermes da Silva. postado por: <>Comments: 3:36 AM Vítima é amarrada a um burro Dois assaltantes, depois de assustar, ameaçar de morte e assaltar um homem, decidiram amarrá-lo a um burro e arrastá-lo pelas ruas de São José dos Campos, no Vale do Paraíba. Por volta das 2 horas de ontem, Marcos Roberto de Moraes, 26, voltava para casa a pé pela estrada vicinal ¿¿Mato Dentro¿¿, quando foi abordado pelos dois ladrões. Ele não reagiu e entregou prontamente a carteira e os pertences, mas os bandidos não ficaram satisfeitos. Pegaram as roupas da vítima e a amarraram a um burro que estava nas proximidades. Moraes foi arrastado por vários quarteirões. A dupla não imaginava encontrar uma viatura da Polícia Militar, que acabou prendendo um dos assaltantes. Willian Douglas das Neves, 22, foi preso em flagrante. De acordo com a polícia, a vítima teve ferimentos nos braços, pernas e abdômen. postado por: <>Comments: 3:34 AM Policial mata ladrão Um taxista foi morto a tiros, anteontem, ao reagir a um assalto nas proximidades do MorumbiShopping, na região do Brooklin (zona oeste de São Paulo). De folga, um policial civil que passava pelo local de carro viu o crime e matou o suspeito com cinco tiros. O policial saiu ileso. Segundo o depoimento de testemunhas, o assaltante teria subido no Corsa do taxista Antonio Rosedi Pereira da Silva, 46, na Avenida Cupecê, perto da divisa com Diadema (ABC). Por volta de 21h, os dois estavam na Avenida Roque Petroni Júnior, perto do shopping, quando o assalto foi anunciado. Uma testemunha relatou à polícia ter visto o táxi frear bruscamente. Dentro do carro, taxista e assaltante começaram a brigar, até que Silva foi atingido por dois tiros no peito. O assaltante ainda tentou abordar um Tempra para fugir, mas o motorista acelerou e conseguiu escapar. Próximo do táxi estava o escrivão José Antonio de Lima Galdioli, acompanhado de duas amigas, em seu carro. Segundo uma testemunha, ele fez um retorno na avenida para prestar socorro ao taxista. Galdioli disse que chegou a dar voz de prisão ao suspeito, que teria reagido com tiros. Segundo o escrivão, os cinco tiros que ele acertou no suspeito foram dados para se defender. Um inquérito de tentativa de roubo, homicídio e resistência à prisão vai investigar o fato. postado por: <>Comments: 3:32 AM Dona de casa desiste de entregar bateria na cadeia A dona de casa T.F.S., 25, moradora no Conjunto Habitacional 31 de Março, em Santa Bárbara do Oeste, precisou sofrer intervenção médica, na madrugada de ontem, no Hospital Santa Casa de Miséricórdia, porque estava com uma bateria de telefone celular alojada na vagina. Ela disse que pretendia levar a bateria para uma presa da Cadeia de Monte Mor, mas ficou com medo e desistiu. Segundo informaram os policiais militares Luna e Lorival, por volta de 2h, eles foram chamados ao Centro Médico Municipal, de Santa Bárbara do Oeste, onde T. procourou ajuda. Ela contou que foi contratada por uma tal de Larissa, de São Paulo, para entrar na cadeia de Monte Mor com a bateria do celular na vagina. Afirmou que somente quando estivesse entrando na cadeia é que saberia o nome da presa. Pelo serviço receberia a importância de R$ 150. Mas, segundo afirmou T., a caminho de Monte Mor, ela ficou com medo de ser presa e desistiu. Depois, quando tentou retirar a bateria da vagina não conseguiu. Do Centro Médico, T. foi conduzida a Santa Casa de Misericórdia, onde recebeu atendimento médico e a bateria foi retirada. No Plantão Policial, o fato foi registrado como apreensão de objeto. Como ela desistiu da entrega, não houve crime, explicou um escrivão. postado por: <>Comments: 3:32 AM |
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